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O campo orgone e suas funções



Para Reich, o conceito de campo energético vinha junto com o conceito de energia. E mais, estes dois conceitos, orgone e campo de energia orgone estavam presentes tanto no funcionamento da energia livre de massa, como no funcionamento da energia ligada à matéria, e logicamente na energia ligado à matéria viva, ao plasma.

O princípio é bem simples; uma unidade de energia orgone livre de massa se manifesta como sendo uma vesícula de energia; e esta apresenta como uma unidade duas concentrações energéticas, uma mais compacta e central e outra mais diluída (seu campo pessoal) que permeia tanto o espaço central como passa além dele; ainda que, uma vesícula energética não apresenta nada que possa ser caracterizado como sendo uma membrana; mas apresenta dois limites espaciais; um que separa a parte interna mais concentrada; e outro que separa a parte externa do seu meio. Já nos organismos vivos, como numa célula sanguínea, este campo que passa do limite da membrana aparece de forma mais clara e é azulado.

Quando se pensa em termos de funções, a primeira coisa que nos ocorre é que função se trata das propriedades que são inerentes ao um determinado elemento ou sistema. E aqui temos dois elementos, o campo como uma grande porção de energia orgone e a vesícula como uma pequena porção deste campo. Neste caso devemos encontrar as propriedades que são comuns a estes dois elementos. O segundo coisa importante é poder diferenciar quando uma determinada propriedade está ficando mais abrangente ou mais específica, apesar de que, propriedades funcionais do domínio energético são; por natureza, abrangentes, mesmo assim devemos poder identificar quem é mais abrangente se as funções energéticas do campo ou se a as funções energéticas de uma vesícula de energia.

A mesma vesícula apresenta dois tipos de movimentos autônomos, isto é que nasce de si mesmo ou que não são induzidos externamente. Um que se caracteriza como sendo um pulso, hora se expande e hora se contrai. E outro que se caracteriza como sendo uma onda circular para frente, a vesícula se desloca pelo meio, de um lugar a outro de forma espiralada. Não é que hora a vesícula pulsa e hora a vesícula se move em ondas de forma circular para frente, os dois movimentos ocorrem juntos e de certa forma um é independente do outro. Isto é, uma vesícula de energia se move por si mesma e este movimento se manifesta de duas maneiras, o que significa que eles são decorrências de duas propriedades da própria energia, o de se mover pulsando e o de se mover na forma de ondas.

Agora, uma vesícula não é eterna, pelo contrário, ela tem um ciclo bastante curto onde se mantém como uma unidade, e surge do meio e se dilui no meio. Portanto, a vesícula de energia apresenta uma outra propriedade, a de se manter coesa, como uma unidade, por um determinado tempo.

No caso dos seres vivos, esse campo de energia apesar de ser livre de massa e autônomo, não é, de maneira nenhuma, independente da massa. No núcleo biológico ambos constituem uma unidade que se manifesta como uma identidade. Isto é, se morre a carne acabou-se o campo enquanto tal; e, se o campo se desorganiza a cerne “enlouquece”, se deteriora.

Do ponto de vista energético; seja para a menor das vesículas ou a mais básica das unidades energéticas; seja para um bion como a menor das unidades vivas; seja para um organismo unicelular, para um elefante ou para uma baleia; para um homem ou para todo o planeta; a forma de composição dos campos continua igual; isto é, temos um sistema permeado por um campo de energia, o campo próprio; um lugar por onde se move este sistema também permeado por seu campo de energia, o campo do lugar ou o campo de muitos lugares; e um campo mais amplo também permeado por seu próprio campo de energia que passa dos limites do

campo ou dos campos dos lugares; para se constituir no campo do infinito ou o campo cósmico.

Para os interessados vejam os livros Biopatia do Câncer, Éter, Deus e o diabo e Superposição cósmica, todos de Wilhelm Reich.

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